O desenho das letras desta inscrição apresenta características tardias (G) combinadas com hábitos de tradição celta (II em vez de E). É um trabalho local datado do fim do séc. II ou da primeira metade do séc. III, sem grande qualidade, mas que se inscreve na mesma topologia da peça seguinte.

A sua oferta ao Génio da Basílica representa testemunho importante do culto do Genius, difundido na Lusitânia a partir do último quartel do séc. I.
A parte inferior da peça desapareceu, deixando a inscrição incompleta. A letra S, ainda percetível na terceira linha, pode ser interpretada como pertencente à fórmula sacrum ou ao nome da pessoa que consagra esta pequena ara, em cumprimento de um voto.